Formação política e intelectual em assuntos de áreas que tenham relevância prática para compreensão do mundo e politização.
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domingo, 30 de novembro de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
domingo, 29 de junho de 2014
A melancólica decadência da velha mídia brasileira
http://outraspalavras.net/outrasmidias/destaque-outras-midias/a-louca-decadencia-da-velha-midia-brasileira/
A melancólica decadência da velha mídia brasileira
– 25 DE JUNHO DE 2014
Da tentativa de melar Copa ao endeusamento de Barbosa e proteção a Daniel Dantas: como “jornalões” esqueceram até mesmo compromisso com mercado, para reduzirem-se a panfletos
Por Luis Nassif no Jornal GGN
1. TODOS os grupos de mídia fizeram a mesma cobertura negativa da Copa, com os mesmos tons de cinza, o mesmo destaque às irrelevâncias, prejudicando seu próprio departamento comercial pelo desânimo geral que chegava aos anunciantes.
2. NENHUM grupo preparou uma reportagem sequer mostrando os detalhes de uma organização exemplar, que juntou governos federal, estaduais, municipais, Ministério Público, Tribunais de Conta, Polícia Federal, Secretarias de Segurança, departamentos de trânsito, construtoras, fundos de investimento. NENHUM!
3. Depois, TODOS fazem o mea culpa e passam a elogiar a Copa no mesmo momento.
4. Na CPMI de Carlinhos Cachoeira TODOS atuaram simultaneamente para abafar as investigações.
5. Na do “mensalão”, TODOS atuaram na mesma direção, no sentido de amplificar as denúncias e esmagar qualquer medida em favor dos réus, até as mais irrelevantes.
6. Na Operação Satiagraha, pelo contrário, TODOS saíram em defesa do banqueiro Daniel Dantas, indo contra a tendência histórica da mídia de privilegiar o denuncismo.
7. No episódio Petrobras, TODOS repetiram a mesma falácia de que a presidente Maria da Graça disse que foi um mau negócio e o ex-presidente José Sérgio Gabrielli disse que foi bom negócio. O que ambos disseram é que, no momento da compra, era bom negócio; com as mudanças no mercado, ficou mau negócio. TODOS cometeram o mesmo erro de interpretação de texto e martelaram durante dias e dias, até virar bordão.
8. No anúncio da Política Nacional de Participação Social, TODOS deram a mesma interpretação conspiratória, de implantação do chavismo e outras bobagens do gênero, apesar das avaliações dos próprios especialistas consultados, de que não havia nada que sugerisse a suspeita. Só depois dos especialistas desmoralizarem a tese, refluíram – com alguns veículos ousando alguma autocrítica envergonhada.
É um cartel, no sentido clássico do termo.
Uma empresa jornalística que de fato acredite no seu mercado jamais incorrerá nos seguintes erros:
1. Trabalhar sem nenhuma estratégia de diferenciação da concorrência, especialmente se não for o líder de mercado. A Folha tornou-se o maior jornal brasileiro, na década de 80, apostando na diferenciação inteligente.
2. Atuar deliberadamente para derrubar o entusiasmo dos consumidores e anunciantes em relação ao seu maior evento publicitário da década: a Copa do Mundo.
3. Expor de tal maneira a fragilidade do seu principal produto – a notícia -, a ponto de municiar por meses e meses seus leitores com a versão falsa de que tudo daria errado na Copa e, depois, ter que voltar atrás. Em nenhum momento houve uma inteligência interna sugerindo que poderia ser um tiro no pé. Ou seja, acreditaram piamente nas informações falsas que veiculavam – a exemplo do que ocorreu com a maxidesvalorização de 1999.
4. Nos casos clássicos de cartel, um grupo de empresas se junta para repartir a receita e impedir a entrada de novos competidores. No caso brasileiro, a receita publicitária cada vez mais é absorvida pelo líder – a Globo – em detrimento dos demais integrantes do grupo. Para qualquer setor organizado da economia, essa versão brasileira de cartel será motivo de piada.
Tudo isso demonstra que há tempos os grupos de mídia deixaram de lado o foco no mercado e no seu público. Não se trata apenas da perda de espaço com a Internet. Abandonaram o produto principal – a confiabilidade da notícia – para atuar politicamente, julgando estar na política sua tábua de salvação.
A sincronização de todas as ações, em todos os momentos, mostra claramente que existe uma ação articulada, centralmente planejada. Visão conspiratória? Não. Provavelmente devido ao fato de não existirem mais os grandes capitães de mídia, capazes de estratégias inovadoras individuais. Assim, qualquer estrategista de meia pataca passa a dar as cartas, por falta de interlocução à altura em cada veículo.
sábado, 28 de junho de 2014
The Secret of Life from Steve Jobs in 46 Seconds
The Secret of Life from Steve Jobs in 46 Seconds
by Maria Popova
“Once you learn that, you’ll never be the same again.”
http://www.brainpickings.org/index.php/2011/12/02/steve-jobs-1995-life-failure/
terça-feira, 24 de junho de 2014
Um país sem excelências e mordomias
http://www.outraspalavras.net/outroslivros/loja/um-pais-sem-excelencias-e-mordomias/
Book Details
PROMOÇÃO!
R$ 39 R$ 36
Um país sem excelências e mordomias
Autora: Claudia Wallin
Título Nacional
Selo: Geração
Gênero: Reportagem
Acabamento: Brochura
Formato: 15,6 x 23 cm
Págs: 344
Peso: 494g
ISBN: 978-85-8130-237-9
Título Nacional
Selo: Geração
Gênero: Reportagem
Acabamento: Brochura
Formato: 15,6 x 23 cm
Págs: 344
Peso: 494g
ISBN: 978-85-8130-237-9
Em estoque
Categorias Lançamentos, Livros, Política.
Descrição Do Produto
Uma incrível visita a uma das democracias mais ricas do mundo, onde os políticos ganham pouco, andam de ônibus, cozinham sua comida, lavam e passam suas roupas e são tratados como “você”.
Ler este livro é algo obrigatório para todo deputado, senador, ministro, juiz, desembargador, governador, presidente, secretário, prefeito, vereador. E sobretudo para o eleitor. Para ele, é quase um guia de sobrevivência na selva da política brasileira. Claudia Wallin trata da Suécia mas é impossível não pensar no Brasil a cada parágrafo. Com cinismo, cólera, amargura. Ou com esperança. Porque não? Afinal, prova que existem políticos que desconhecem o tratamento de “Excelência”. Que não tem mordomias, não aumentam seu próprio salário, não tem gabinete próprio. Que usam transporte público e não estão na vida pública para fazer fortuna. E que respeitam – e muito – o eleitor. Um sistema apoiado em três pilares: transparência, escolaridade e igualdade. Um dia, quem sabe, chegaremos lá. Ler e se envergonhar com estas páginas pode ser o começo.
Sobre a autora
Claudia Varejão Wallin – Jornalista e consultora radicada na Suécia. Trabalhou dez anos em Londres como diretora da International Herald Tribune TV, chefe do escritório de Jornalismo da TV Globo de Londres e produtora da seção brasileira da BBC World Service, após carreira no jornal O Globo do Rio de Janeiro. Colaboradora da Rede Bandeirantes de Televisão e da BBC Brasil.
domingo, 22 de junho de 2014
sábado, 14 de junho de 2014
Doc Sistema Economico Mundial Questionado
Documentário questionando sistema econômico mundial
https://www.youtube.com/watch?v=5fbvquHSPJU
Tem caption em português.
https://www.youtube.com/watch?v=5fbvquHSPJU
Tem caption em português.
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